Cartas de recomendação de MBA
A carta de recomendação é o único trecho da sua aplicação que você não escreve — e é justamente por isso que ela tem peso. É uma terceira pessoa, com credibilidade, confirmando o que você diz de si. Escolher e conduzir bem os recomendadores muda o resultado.
Quem escolher
Escolha por proximidade de trabalho, não por cargo. Um gestor direto que acompanhou você de perto vale mais que um diretor distante com título bonito. A maioria das escolas pede o supervisor atual; se não der, um anterior próximo resolve. Evite professores (a não ser para candidatos muito jovens) e parentes.
Como orientar sem escrever pela pessoa
Você não escreve a carta, mas pode (e deve) municiar o recomendador. Marque uma conversa e entregue um resumo: seus objetivos com o MBA, 2 ou 3 histórias concretas em que você se destacou (com números), e os pontos que cada escola valoriza. Quanto mais específico o material, melhor a carta — e menos trabalho para quem está te ajudando.
O que as escolas pedem
Em geral, 2 recomendações por escola, respondidas em formulário online (não uma carta solta), com perguntas sobre suas forças, um ponto a desenvolver e exemplos concretos. A pergunta do "ponto a melhorar" é clássica: oriente o recomendador a ser honesto, mas a escolher uma fraqueza real e não fatal, mostrando evolução.
Prazos e gentileza
Peça com antecedência de semanas, não de dias. Recomendador é um favor grande: facilite a vida dele com lembretes leves, links prontos e prazos claros. E reaproveite: a mesma pessoa costuma recomendar para várias escolas, então organize quem recomenda o quê para não pedir duas vezes a mesma coisa.
Organize seus recomendadores na Rumo
Cadastre quem recomenda cada escola, acompanhe o andamento e mande lembretes — sem perder nenhum prazo.
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